Um Pouco de Reflexão Cai Bem

Oi gente, tudo bem aí? 🙂

Bem, quero começar esse post explicando o motivo dessa reflexão.

Quando eu decidi fazer o blog, tava interessada em falar apenas de maquiagem, cabelo, saúde feminina e umas diquinhas bobas como aplicativos de celular e fotografia por exemplo, mas passando o tempo foi me dando vontade de falar sobre mais coisas… quero compartilhar meus pensamentos, falar sobre coisas boas que eu sei que fazem bem pra alma de qualquer ser humano. Afinal, por que colocar limites se eu posso fazer bem mais?

Sobre essa categoria de reflexão do blog quero dizer também que muitas palavras serão minhas, e muitas outras tirarei de livros ou de coisas interessantes que ouvi por aí. O importante mesmo é que nos faça refletir.

Então é isso, espero que gostem desse pedacinho do meu blog também. ;*

FAÇA DA SUA VIDA UM SHOW INSUBSTITUÍVEL

Não é a quantidade de tempo que determina a profundidade de uma relação. Podemos fazer de cada fração de tempo um momento único. Há pessoas que estão fisicamente doentes, têm meses de vida, mas fazem de cada momento uma experiência solene. São mais dignas e mais felizes do que quem vive décadas com uma existência vazia.

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Vivemos em tempos complicados nessa sociedade ansiosa. Se não nos decepcionarmos com os outros, dificilmente não nos decepcionaremos com nós mesmos. O protagonista do romance O Vendedor de Sonhos questiona “quem não trai o tempo com seus filhos por mais algumas horas trabalhadas? Quem não trai seus sonhos pelo excesso de trabalho?”

Uns traem ao Deus que crêem com uma religiosidade exclusivista, outros traem a ciência ao controlar seus pares e outros ainda traem sua criatividade pelo medo de se abrir para novas idéias.

Os tempos mudaram. À medida que as crianças sofrem menos traumas na sua infância devido à propagação dos direitos humanos, os traumas do presente ganham destaque para promover o adoecimento psíquico. Não precisamos de um passado doente para sermos doentes. Basta viver nessa sociedade estressante e extremamente competitiva sem aprender a ser um gestor do intelecto e sem decifrar o Código da Resiliência para adoecer.

As crises financeiras podem ser tão dramáticas quanto traumas da infância. Alguns faliram uma vez, perderam seus nomes, sentiram-se profundamente envergonhados, desanimados e desacreditados por eles mesmos. O “Eu” deles foi para a platéia, tornaram-se espectadores da vida, nunca mais assumiram seu papel no palco psíquico.

Outros faliram uma, duas, três ou mais vezes. Foram marcados, excluídos, zombados, mutilados socialmente, tachados de irresponsáveis, mas não se curvaram. Mesmo sem forças, não se tornaram escravos das suas derrotas. Deram um choque de gestão em suas mazelas.

Entenderam que nenhum ser humano ou nenhuma empresa é digna do sucesso se não usar seus fracassos e vexames para conquistá-lo. Quanto maior o tombo que sofreram, mais garra tiveram para se superar. Aprenderam a não destruir e nem autodestruir quando feridos. Fizeram intuitivamente a técnica do “Stop Introspectivo”, aprenderam a pensar antes de reagir.

Sob o calor da paixão, alguns brandam “encontrei minha cara metade”, tempos depois foram abandonados, golpeados, traídos. Quebraram a cara, destruíram suas expectativas, estilhaçaram seus sonhos afetivos. O que fazer? Desesperar-se. Não! Ferir quem feriu? Jamais! Punir-se? Não! Ser resiliente e desprendido, dar liberdade para as pessoas que o feriram partirem. Dizer com elegância algo assim: “Se não me quer, eu me quero. Se não me ama, eu me amo. Seja feliz, porque lutarei por mim e procurarei ser mais feliz do que era.”

Só uma pessoa de grande estatura resiliente dá plena liberdade para as pessoas o abandonarem. Quem não dá liberdade para os outros jamais encontrará sua própria liberdade. Quem controla os que estão próximos será sempre escravo de sua própria insegurança. Quem tem ciúmes excessivos e medo de perder algo ou alguma coisa, já perdeu. Perdeu a dimensão do seu próprio valor.

Os que decifram o Código da Resiliência conhecem a si mesmos. Fazem da sua existência um espetáculo inigualável.

DECIFRANDO O CÓDIGO DA RESILIÊNCIA: EXERCÍCIOS

  1. Ter consciência de que a vida é cíclica. Não há sucesso que dura todo tempo e nem fracasso que é “eterno”. Aplausos e anonimato alternam-se de múltiplas formas.
  2. Treinar diariamente a enfrentar obstáculos, barreiras, dificuldades, crises, com flexibilidade, maleabilidade, reflexibilidade.
  3. Saber que as decepções e as adversidades nos constroem ou nos destroem. Usá-las para se reconstruir.
  4. Ter plena consciência de que ninguém é digno da saúde psíquica se não usar suas crises, angústias, fobias, humor depressivo, para destilá-la.
  5. Ter sapiência diária de que nenhum ser humano ou nenhuma empresa ou instituição será digna do sucesso se desprezar suas derrotas, vexames, percalços, acidentes de percurso. Aprender a escrever nos dias mais dramáticos de nossa existência os capítulos mais importantes de nossa história.

POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DE QUEM DECIFRA O CÓDIGO DA RESILIÊNCIA:

  1. Torna-se uma pessoa segura, estruturada, que não se submete às derrotas.
  2. Usa as dificuldades, crises, perdas e adversidades como oportunidades.
  3. Expande os níveis de tranquilidade, prazer de viver, compaixão, tolerância.
  4. Contribui para educar pensadores com uma visão humanista e realista da vida.
  5. Desenvolve saúde psíquica nas intempéries existenciais.

POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DE QUEM NÃO O DECIFRA:

  1. Desenvolve humor depressivo, irritabilidade.
  2. Desenvolve baixo limiar de suportabilidade aos estresses.
  3. Diminui os níveis de tranquilidade, tolerância, compaixão, generosidade.
  4. Torna-se reativo, impulsivo, impaciente.
  5. Os sofrimentos não o amadurecem, não o constroem.

Texto por A. Cury, em O Código da Inteligência.

 

“Ser ator ou atriz principal no teatro da vida não significa não falhar ou não chorar, mas ter habilidade para refazer caminhos, coragem para reconhecer erros, humildade para enxergar nossas limitações e força para deixar de ser aprisionado pelos pensamentos pessimistas e emoções doentias.”
A. Cury, em Seja líder de si mesmo.

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4 comentários sobre “Um Pouco de Reflexão Cai Bem

  1. Adorei o texto… é muito bom ler isto aqui em seu blog. Beleza não apenas externa, mas interna também. Refletir é como maquiar/moldar os próprios pensamentos e convicções para estar sempre de bem consigo. Lindos e lindas internamente, de alma e de mente. Parabéns pela postagem.

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